7 de dezembro de 2010

clareza. do meu espírito.

"porque afinal essa sua vida ("a vida de todos os dias") é a única que eu amo. simplesmente não a posso existir... e orgulho-me tanto de não a poder viver... orgulho-me tanto de não ser feliz... cá estamos: a maldita literatura..."

Mário de Sá-Carneiro
em A Confissão de Lúcio

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